As coisas boas duram pouco, o suficiente pra se tornarem inesquecíveis.
(Viva a DANÇA respire a DANÇA com amor pelo amor assim vc terá o mundo pra você)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Dance
O Street Dance nasceu nos Estados Unidos no inicio da década de 70 e se espalhou pelo mundo. É um estilo inspirado na dança de rua dos cantores de rap e hip-hop, que atuam nas cidades norte-americanas. Ao chegar ao Brasil, ela ganhou contornos nacionais, inspirados nos ritmos próprios do nosso país, incorporando novos elementos e outra dinâmica.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Axé Music
O Axé Music, ou simplesmente Axé, é um gênero musical surgido no estado da Bahia na década de 1980, durante as manifestações populares do carnaval de Salvador, que mistura a Marcha das Musicas Latino-caribenhas com Frevo pernambucano, Forró, Maracatu, Reggae e Calypso, que é derivado do Reggae.
No entanto, o termo Axé Music é utilizado erroneamente para designar todos os ritmos de raízes africanas ou o estilo de qualquer banda ou artista que provem da Bahia. Sabe-se hoje, que nem toda musica baiana é Axé, pois lá há o Olodum, um ritmo da África do Sul, Samba de roda e Pagode produzidos por algumas bandas, Calypso, proveniente do Caribe e Samba-reggae, uma novidade.
A palavra “axé” é uma saudação religiosa usada no candomblé e na umbanda, que significa energia positiva.
Com o impulso da mídia, o axé music rapidamente se espalhou pelo país todo (com a realização de carnavais fora de época, às micaretas), e fortaleceu-se como indústria, produzindo sucessos durante todo o ano.
O álbum O Canto da Cidade de Daniela Mercury é considerado o responsável por levar o axé ao publico brasileiro.
Ivete Sangalo é uma das cantoras de maior sucesso da musica brasileira atualmente.
Claudia Leitte, ex-vocalista da banda Babado Novo, é umas das principais cantoras de axé atualmente.
Guitarras elétricas
As origens do axé na década de 1950, quando Dodô e Osmar começam a tocar o frevo pernambucano em rudimentares guitarras elétricas em cima de uma Fóbica (um Ford 1929). Nascia o trio elétrico, atração do carnaval baiano. Paralelamente ao movimento dos trios, aconteceu o da proliferação dos blocos-afros: como Araketu e Olodum. Eles tocavam ritmos africanos com ijexá, brasileiros como o maracatu e o samba (os instrumentos eram os das escolas de samba do Rio) e caribenhos como o merengue.
Com a cadencia e as letras das canções do Bob Marley nos ouvidos, o Olodum criou um ritmo próprio que misturava Axé, Musica Latina, Reggae e também Musica Africana, estilo com forte caráter de afirmação da negritude, que fez sucesso em Salvador dos anos de 1980, chegavam ao Sudeste em discos na bagagem dos que lá passavam férias. A modernidade das guitarras se encontrava com a tradição dos tambores em mistura de alta octanagem.
Guinada para o Frevo e Pop Rock
Aquela nova musica baiana avançaria mais ainda na direção do pop em 1992, quando o Araketu resolveu injetar eletrônica nos tambores. No mesmo ano, Daniela Mercury, e o Brasil se renderiam de vez ao Axé. Aberta a porta, vieram Asa de Águia, Banda Eva (que nasceu do Bloco Eva e revelou Ivete Sangalo), Banda Cheiro de Amor e tantos outros nomes. A explosão comercial do axé passou longe da unanimidade.
Enquanto o axé se fortalecia comercialmente, alguns nomes buscavam alternativas criativas para a musica baiana. O mais significativo deles foi a Timbalada, grupo de percussionistas e vocalistas liderado por Carlinhos Brown, que veio com a proposta de resgatar o som dos timbaus, que há muito tempo estavam restritos à percussão dos terreiros de Candomblé.
Enquanto isso, os nomes de sucesso da musica baiana multiplicavam-se.
Declínio e surgimento do Samba Reggae
Depois da década de 1990 a intitulada Axé Music perdeu forças para musica internacional. Desta forma, os gêneros musicais brasileiros, até mesmo o pagode, saíram do sucesso Maximo nas rádios, bares, restaurantes e clubes.
Os ritmos que compõem o movimento mercadológico do Axé Music continuam a existir, mas os lançamentos dos mais famosos artistas de Axé estão com poucas vendagens de discos e gravagens repetitivas. O samba-reggae, como é chamado por artistas famosos, apesar de ter origem na Bahia, não é considerado Axé e sim um estilo da Musica Popular Brasileira independente e inovador.
No entanto, o termo Axé Music é utilizado erroneamente para designar todos os ritmos de raízes africanas ou o estilo de qualquer banda ou artista que provem da Bahia. Sabe-se hoje, que nem toda musica baiana é Axé, pois lá há o Olodum, um ritmo da África do Sul, Samba de roda e Pagode produzidos por algumas bandas, Calypso, proveniente do Caribe e Samba-reggae, uma novidade.
A palavra “axé” é uma saudação religiosa usada no candomblé e na umbanda, que significa energia positiva.
Com o impulso da mídia, o axé music rapidamente se espalhou pelo país todo (com a realização de carnavais fora de época, às micaretas), e fortaleceu-se como indústria, produzindo sucessos durante todo o ano.
O álbum O Canto da Cidade de Daniela Mercury é considerado o responsável por levar o axé ao publico brasileiro.
Ivete Sangalo é uma das cantoras de maior sucesso da musica brasileira atualmente.
Claudia Leitte, ex-vocalista da banda Babado Novo, é umas das principais cantoras de axé atualmente.
Guitarras elétricas
As origens do axé na década de 1950, quando Dodô e Osmar começam a tocar o frevo pernambucano em rudimentares guitarras elétricas em cima de uma Fóbica (um Ford 1929). Nascia o trio elétrico, atração do carnaval baiano. Paralelamente ao movimento dos trios, aconteceu o da proliferação dos blocos-afros: como Araketu e Olodum. Eles tocavam ritmos africanos com ijexá, brasileiros como o maracatu e o samba (os instrumentos eram os das escolas de samba do Rio) e caribenhos como o merengue.
Com a cadencia e as letras das canções do Bob Marley nos ouvidos, o Olodum criou um ritmo próprio que misturava Axé, Musica Latina, Reggae e também Musica Africana, estilo com forte caráter de afirmação da negritude, que fez sucesso em Salvador dos anos de 1980, chegavam ao Sudeste em discos na bagagem dos que lá passavam férias. A modernidade das guitarras se encontrava com a tradição dos tambores em mistura de alta octanagem.
Guinada para o Frevo e Pop Rock
Aquela nova musica baiana avançaria mais ainda na direção do pop em 1992, quando o Araketu resolveu injetar eletrônica nos tambores. No mesmo ano, Daniela Mercury, e o Brasil se renderiam de vez ao Axé. Aberta a porta, vieram Asa de Águia, Banda Eva (que nasceu do Bloco Eva e revelou Ivete Sangalo), Banda Cheiro de Amor e tantos outros nomes. A explosão comercial do axé passou longe da unanimidade.
Enquanto o axé se fortalecia comercialmente, alguns nomes buscavam alternativas criativas para a musica baiana. O mais significativo deles foi a Timbalada, grupo de percussionistas e vocalistas liderado por Carlinhos Brown, que veio com a proposta de resgatar o som dos timbaus, que há muito tempo estavam restritos à percussão dos terreiros de Candomblé.
Enquanto isso, os nomes de sucesso da musica baiana multiplicavam-se.
Declínio e surgimento do Samba Reggae
Depois da década de 1990 a intitulada Axé Music perdeu forças para musica internacional. Desta forma, os gêneros musicais brasileiros, até mesmo o pagode, saíram do sucesso Maximo nas rádios, bares, restaurantes e clubes.
Os ritmos que compõem o movimento mercadológico do Axé Music continuam a existir, mas os lançamentos dos mais famosos artistas de Axé estão com poucas vendagens de discos e gravagens repetitivas. O samba-reggae, como é chamado por artistas famosos, apesar de ter origem na Bahia, não é considerado Axé e sim um estilo da Musica Popular Brasileira independente e inovador.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Country
A dança country nasceu junto com a musica country, em cidades como Nashville e Santa Fé, no sul dos Estados Unidos, no começo do século XIX, quando imigrantes da Inglaterra que não encontravam trabalho nas colônias do nordeste partiam para o oeste em busca de terra e ouro. Viajavam a cavalo, em grupos, montando acampamento nas paradas dos trajetos longos e cansativos. Nessas paradas, todos se reuniam em torno de fogueiras, cantavam e dançavam ao som de violões, banjos, bandolins e rebecas. O ritmo era mais lento do que o do country que se ouve nas rádios hoje em dia, e havia uma forte influencia de ritmos sulistas como o blues e o folk. As pessoas inventavam passos para as musicas, e decoravam pequenas coreografias. Com a colonização do oeste e do sul dos Estados Unidos, a musica e a dança country cresceram e firmaram suas raízes nos bares das pequenas cidades, os famosos soloons dos filmes de faroeste.
Existem, basicamente, três tipos de dança:
# Singles Dance, Line Dance ou Honky Tonk- dança sem par, em fila, formando coreografias, onde cada um pode colocar seu estilo, giros diferentes, desde que não mexendo na estrutura básica da coreografia.
#Two-Step-passo a dois, coreografado, dançado livre ou em círculos, como em uma quadrilha.
#Partner Dance- dança de par, a mais parecida com a nossa dança de salão, onde não existe coreografia e a seqüência de passos é definida pelo comando do cavalheiro.
Dançar é a arte de movimentar o corpo em certo ritmo, ou seja, é a arte de mover o corpo segundo certo relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.
A dança é uma forma de expressão artística coordenada, onde você expressa todos os seus sentimentos, emoções, alegrias e outros, através dos movimentos.
A dança é uma arte onde existem regras para que saia tudo com perfeição e também exige habilidades, compromisso e muita dedicação para todos aqueles que fazem parte de alguma forma da dança.
Existem, basicamente, três tipos de dança:
# Singles Dance, Line Dance ou Honky Tonk- dança sem par, em fila, formando coreografias, onde cada um pode colocar seu estilo, giros diferentes, desde que não mexendo na estrutura básica da coreografia.
#Two-Step-passo a dois, coreografado, dançado livre ou em círculos, como em uma quadrilha.
#Partner Dance- dança de par, a mais parecida com a nossa dança de salão, onde não existe coreografia e a seqüência de passos é definida pelo comando do cavalheiro.
Dançar é a arte de movimentar o corpo em certo ritmo, ou seja, é a arte de mover o corpo segundo certo relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.
A dança é uma forma de expressão artística coordenada, onde você expressa todos os seus sentimentos, emoções, alegrias e outros, através dos movimentos.
A dança é uma arte onde existem regras para que saia tudo com perfeição e também exige habilidades, compromisso e muita dedicação para todos aqueles que fazem parte de alguma forma da dança.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Dançar
Dançar é como crescer
Um processo lento, cheio de surpresas e lutas.
A realização de feitos que pareçam
Impossíveis de se concretizar.
Acrobacias que exigem muito mais que horas de treinamento.
Que só a ousadia tem a capacidade de explicar.
Um constante aprendizado
Para o qual nem sempre acham necessário nos preparar.
É preciso ter talento.
Saber misturar, em doses certas, força e sensibilidade.
Conhecer limites e capacidades.
Sem temer fracassos.
Amar. Amar-se
Sem medos.
Corpo e mente em prefeita harmonia
Essa integração é o segredo da eterna liberdade,
Que nos permite alcançar vôos muito, mas muito maiores.
Isto é Dançar!!
Guilherme dos Anjos
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Origem da DANÇA no Brasil
Na construção histórica do esporte e da Educação Física, a dança ocupa um lugar central, pois dela se origina a arte do movimento. E esta manifestação artística acompanha a vida humana na Terra desde seus primórdios. Por esta razão, Pierre de Coubertin, ao restaurar os Jogos Olímpicos a partir de 1896, procurou sempre prestigiar a dança e desde a década de 1920 ela tem sido parte fundamental dos Jogos Olímpicos de Inverno, esperando-se que seja incluída, em algumas de suas versões, nos Jogos de Verão a partir de 2012. Em termos de Educação Física, nas décadas de 1920 – 1930, na Europa, os grandes nomes da dança foram também os renovadores dos métodos ginásticos. Entre estes, cita-se Rudolfo Laban que coreografou a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Berlin, em 1936. Já nas últimas Olimpíadas de Sydney, culminando em 2000, a dança constituiu a base do programa cultural do evento. Em resumo, a dança é um fenômeno originário na cultura de todos os povos, que se manifesta em outras atividades corporais entre as quais incluemse os esportes e a Educação Física, quer visando-se ao lazer, à saúde, à formação educacional, ou a todos estes em conjunto.
Década de 1920: No Brasil, a vertente da dança ligada à Educação Física surge neste período, por agregação de movimentos ginásticos às suas bases elementares, constituindo práticas ofertadas pelas então denominadas “academias”, geralmente conduzidas por bailarinas vindas do exterior. Nas décadas seguintes, tal procedimento híbrido incorporou-se à formação de professores de Educação Física e de suas conseqüentes práticas docentes. Um marco pioneiro desta vertente ocorreu em 1925, ao serem oferecidas lições de balé clássico em conjunto com dança moderna, sapateado, ginástica rítmica e ginástica acrobática. O local em foco foi o Rio de Janeiro – RJ, capital e centro cultural do país, à época. A direção do empreendimento foi de Naruna Corder, brasileira de nascimento e egressa do Royal Ballet de Londres.
Década de 1940: Inclusão da dança por Helenita Pabst Sá Earp na formação de professores de Educação Física, na antiga Escola Nacional de Educação Física – Universidade do Brasil, na Urca, Rio de Janeiro – RJ (hoje UFRJ). Esta disciplina tornou-se influente ao longo da década, gerando um núcleo que liderou a disseminação da dança em diferentes modalidades, pelas demais faculdades e escolas de Educação Física por todo o país nos anos subseqüentes. Posteriormente, a dança passou a fazer parte dos currículos das licenciaturas de Educação Física em abrangência nacional. Tal proposta pressupunha que os alunos, ao explorarem os elementos artísticos e científicos do movimento, relegariam a segundo plano o aspecto motor, desencadeando um processo que originaria novas propostas de movimentos corporais com possibilidades criativas, então nomeado de SUD – Sistema Universal de Dança.
Década de 1980: A partir da Resolução 03 de 1987 do então Conselho Federal de Educação, que reformulou a Licenciatura e o Bacharelado em Educação Física, inicia-se um processo progressivo de adaptação regional dos currículos desta formação profissional em nível superior. Nesta perspectiva, a dança foi favorecida por já ter uma tradição de meio século na licenciatura em Educação Física, como também pela maior possibilidade de optar por práticas de preferência local em comparação com as demais disciplinas. Já na esfera da aplicação da arte no processo educacional, o novo currículo confirmou a necessidade do profissional em Educação Física desenvolver competências em termos de dança em suas diferentes manifestações. Além disso, a dança em Educação Física ressurge na UFRJ como Dança Rítmica, na Universidade Federal de MG como Ritmo/Movimento e, na Universidade Gama Filho, como Dança Educacional.
Década de 1990: Em pesquisa de campo com uma amostra de 80 faculdades de Educação Física de todos as regiões do Brasil – representando cerca de metade do total existente no país em meados da década, e um quarto do total atual – verificou-se que a dança constituía a sétima disciplina na ordem de preferências daquelas Instituições de Ensino Superior - IES, entre 370 opções de disciplinas identificadas no levantamento (DaCosta, 1999). Além disso, a investigação constatou um ecletismo generalizado em todas as disciplinas em razão da variedade local de adaptações à Resolução 03/87 do Conselho Federal de Educação, que descentralizou o currículo de formação superior em Educação Física via autonomia das IES.
Neste período, também surgem evidências de que o método Dança- Educação Física vinha sendo fortalecido como proposta teórica relacionada ao trabalho corporal, voltada para a integração do indivíduo como um todo. Este método era comprometido com um trabalho educativo e formativo de base predominantemente preventiva, visando resgatar, no ser humano, um trabalho de conscientização corporal. E como tal, a sua versão mais geral, isto é, a Dança – Educação, tornara-se parte importante da formação do professor de dança stricto sensu. Neste contexto de sentido formativo e educacional, houve maior valorização de IES dedicadas ao ensino da dança como profissão de nível superior, coincidindo com a expansão da oferta de cursos em escala nacional (ver mapa).
Situação Atual: Nos primeiros anos da presente década, assistese à consolidação da Dança-Educação na ocupação do espaço social em posição privilegiada, numa tendência já reforçada na década anterior. Esta perspectiva educativa implica em proporcionar, além do desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo-social (numa perspectiva da cultura corporal), o que tem de mais peculiar: expressividade acompanhada do ritmo. Em termos de Educação Física, tal formulação trata da arte/modalidade/atividade como promotora de desenvolvimento e autonomia corporal. Parceiros desta idéia estão os Parâmetros Curriculares Nacionais-PCNs, documento este que classifica a dança como um dos conteúdos da Educação Física, possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal na comunidade escolar. Nestas circunstâncias, o entendimento da dança na Educação Física hoje, pressupõe a variedade em suas modalidades de práticas, incluindo desde o ballet clássico às danças folclóricas.
Década de 1920: No Brasil, a vertente da dança ligada à Educação Física surge neste período, por agregação de movimentos ginásticos às suas bases elementares, constituindo práticas ofertadas pelas então denominadas “academias”, geralmente conduzidas por bailarinas vindas do exterior. Nas décadas seguintes, tal procedimento híbrido incorporou-se à formação de professores de Educação Física e de suas conseqüentes práticas docentes. Um marco pioneiro desta vertente ocorreu em 1925, ao serem oferecidas lições de balé clássico em conjunto com dança moderna, sapateado, ginástica rítmica e ginástica acrobática. O local em foco foi o Rio de Janeiro – RJ, capital e centro cultural do país, à época. A direção do empreendimento foi de Naruna Corder, brasileira de nascimento e egressa do Royal Ballet de Londres.
Década de 1940: Inclusão da dança por Helenita Pabst Sá Earp na formação de professores de Educação Física, na antiga Escola Nacional de Educação Física – Universidade do Brasil, na Urca, Rio de Janeiro – RJ (hoje UFRJ). Esta disciplina tornou-se influente ao longo da década, gerando um núcleo que liderou a disseminação da dança em diferentes modalidades, pelas demais faculdades e escolas de Educação Física por todo o país nos anos subseqüentes. Posteriormente, a dança passou a fazer parte dos currículos das licenciaturas de Educação Física em abrangência nacional. Tal proposta pressupunha que os alunos, ao explorarem os elementos artísticos e científicos do movimento, relegariam a segundo plano o aspecto motor, desencadeando um processo que originaria novas propostas de movimentos corporais com possibilidades criativas, então nomeado de SUD – Sistema Universal de Dança.
Década de 1980: A partir da Resolução 03 de 1987 do então Conselho Federal de Educação, que reformulou a Licenciatura e o Bacharelado em Educação Física, inicia-se um processo progressivo de adaptação regional dos currículos desta formação profissional em nível superior. Nesta perspectiva, a dança foi favorecida por já ter uma tradição de meio século na licenciatura em Educação Física, como também pela maior possibilidade de optar por práticas de preferência local em comparação com as demais disciplinas. Já na esfera da aplicação da arte no processo educacional, o novo currículo confirmou a necessidade do profissional em Educação Física desenvolver competências em termos de dança em suas diferentes manifestações. Além disso, a dança em Educação Física ressurge na UFRJ como Dança Rítmica, na Universidade Federal de MG como Ritmo/Movimento e, na Universidade Gama Filho, como Dança Educacional.
Década de 1990: Em pesquisa de campo com uma amostra de 80 faculdades de Educação Física de todos as regiões do Brasil – representando cerca de metade do total existente no país em meados da década, e um quarto do total atual – verificou-se que a dança constituía a sétima disciplina na ordem de preferências daquelas Instituições de Ensino Superior - IES, entre 370 opções de disciplinas identificadas no levantamento (DaCosta, 1999). Além disso, a investigação constatou um ecletismo generalizado em todas as disciplinas em razão da variedade local de adaptações à Resolução 03/87 do Conselho Federal de Educação, que descentralizou o currículo de formação superior em Educação Física via autonomia das IES.
Neste período, também surgem evidências de que o método Dança- Educação Física vinha sendo fortalecido como proposta teórica relacionada ao trabalho corporal, voltada para a integração do indivíduo como um todo. Este método era comprometido com um trabalho educativo e formativo de base predominantemente preventiva, visando resgatar, no ser humano, um trabalho de conscientização corporal. E como tal, a sua versão mais geral, isto é, a Dança – Educação, tornara-se parte importante da formação do professor de dança stricto sensu. Neste contexto de sentido formativo e educacional, houve maior valorização de IES dedicadas ao ensino da dança como profissão de nível superior, coincidindo com a expansão da oferta de cursos em escala nacional (ver mapa).
Situação Atual: Nos primeiros anos da presente década, assistese à consolidação da Dança-Educação na ocupação do espaço social em posição privilegiada, numa tendência já reforçada na década anterior. Esta perspectiva educativa implica em proporcionar, além do desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo-social (numa perspectiva da cultura corporal), o que tem de mais peculiar: expressividade acompanhada do ritmo. Em termos de Educação Física, tal formulação trata da arte/modalidade/atividade como promotora de desenvolvimento e autonomia corporal. Parceiros desta idéia estão os Parâmetros Curriculares Nacionais-PCNs, documento este que classifica a dança como um dos conteúdos da Educação Física, possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal na comunidade escolar. Nestas circunstâncias, o entendimento da dança na Educação Física hoje, pressupõe a variedade em suas modalidades de práticas, incluindo desde o ballet clássico às danças folclóricas.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Regras da Dança
As verdadeiras regras da dança apareceram no século XVII(Beauchamp foi o primeiro a codificar as posições fundamentais dos pés).
Na época a dança mais famosa foi a Pavana, origem espanhola.
Entre 1820 e 1830, Carlo Blasis deu a dança seus fundamentos decisivos.
A partir de 1910, iniciou-se uma nova era para a dança de salão, a America foi quem liderou a transformação.
Em 1925, Artur Murray padronizou a dança de salão moderna em seis passos.
A dança é, sem duvida, uma das principais formas de expressão humana.
A dança traduz estados de alma, estabelece a relação entre o céu e a terra. Dança-se por amor por ódio, para comemorar conquistas e perdas.
A dança acompanhou a evolução do planeta e, por esse motivo, hoje temos diversos tipos e variações que a transformaram em uma filosofia de vida e também numa profissão.
Dançar vai muito alem de uma seqüência de passos. É o momento em que você conhece seu corpo e sua alma expressando-se através dos movimentos.
Através da dança, o homem desenvolve e enriquece seu físico, sua mente e a psique.
Esqueça-se de peso e idade.
Rituais e Religiões
Na maioria dos rituais, encontramos a presença da dança e da musica.
Também podemos encontrar dança em outras religiões, como na umbanda, em que todos dançam ao som do atabaque.
Beleza e Saúde
Através da dança pode-se melhorara postura corporal, queimar as gorduras em excesso, desenvolver e tonificar a musculatura. Aumentam a capacidade respiratória. Você também adquire flexibilidade, coordenação e precisão nos movimentos.
Defesa
A dança também é utilizada como técnica de defesa.
Atividades como a capoeira misturam a dança e a luta através de passos e golpes. Assim, os dançarinos realizam um espetáculo de competição e arte.
Conquista
A própria natureza deu aos animais o instinto de dançar para atrair o sexo oposto. Por que não os homens?
Nós podemos encontrar vários exemplos em meio à sociedade. Em festas ou bailes, é muito comum convidar a dama para dançar na condição de aproximar-se mais.
Também podemos dançar para atrair alguém.
Traduzindo com o corpo nossas emoções e automaticamente chamando a atenção do próximo.
A alma e a psique (alma)
O movimento corporal realizado através da dança mostra o momento em que vamos ao encontro de nós mesmos, mostrando de forma única a nossa alma. Em algumas culturas, o mito corporal é uma forma de comunicação, e quando dançamos expressamos o que estamos sentindo naquele momento.
Dançar
Você já se flagrou dentro de uma casa noturna onde o som a todo volume, com forte percussão, invade seu corpo e você começa a embalar seu corpo ou bater o pé no chão?
A resposta, provavelmente, será sim, devido aos impulsos elétricos do som!
Esses atingem o cérebro em áreas ligadas à memória e à expressão das emoções.
Dicas
A freqüência às aulas é primordial para aprender passos diferentes e ter seqüências e evolução. Procure sempre chegar na hora marcada para não perder o aquecimento e o alongamento. Esses itens são fundamentais para preparar o seu corpo para executar os exercícios de dança. A confiança no profissional que você escolheu para ser seu professor é muito importante para a união entre o conhecimento, a experiência, a sua vontade e sua dedicação para obter os resultados desejados. Aprender a dançar não é repetir alguns passos e sim compreender o espírito de cada movimento.
Não se prenda aos passos básicos. Solte-se e deixe-se levar pela musica.
A dança, acima de tudo, é uma maneira de expressar e se divertir.
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